sexta-feira, 5 de junho de 2015

31- QUEBRANDO BARREIRAS EM MIM PARA PROPAGAÇÃO DO REINO DE DEUS


Quando Jesus assentou-se a mesa com pessoas tidas como mais pecadoras, em Mateus 9:10 a 14, ele nós deixa muitos ensinamentos. Um desses ensinamentos é que Jesus ao assentar-se a mesa face a face obtém proximidade, intimidade e pode envolver-se com a vida daqueles que ali estavam, assim conseguiu quebrar barreiras interpessoais e teve acesso aos seus corações e pode para falar do amor de Deus sem distanciamentos e pré-conceitos.
Para Jesus pouco importava as opiniões dos hipócritas religiosos que o criticavam severamente por Ele assentar-se com pessoas a margem da sociedade. Jesus via situações como Deus via e seu principal objetivo era propagar o Reino de Deus, restaurar vidas e formar discípulos.
A lição que Jesus nos deixa, é que como cristãos devemos quebrar barreiras interpessoais e buscar aproximação com o nosso semelhante e com a comunidade ao nosso redor, independente de sua religião, cor, jeito de ser ou se a pessoa está à margem da sociedade por algum motivo.
Enquanto não quebrarmos em nós as barreiras que nos separam das pessoas e da comunidade ao nosso redor, nunca alcançaremos seus corações e sempre seremos vistos como olhar de pré-conceitos, apontados como pedantes e seremos completamente ignorados e jamais influenciaremos como Cristo nos exemplificou. Mas quando conseguirmos quebrar as barreiras em nós, e nos aproximarmos com intimidade das pessoas e da comunidade, seremos mais parecidos com Cristo e então a comunidade nos olhará de forma diferente porque verão a vida de Jesus em nós. Assim teremos a oportunidade de influenciar pessoas assim como Jesus influenciou a vida de muitos, então o Reino de Deus será propagado, vidas serão restauradas e discípulos serão formados.

Anderson de Carvalho Borges

terça-feira, 5 de maio de 2015

30- A IMPORTÂNCIA DE REUNIR-SE A MESA PARA AS FAMÍLIAS


O ritmo acelerado da sociedade de hoje em dia repleto de muitos afazeres tem ocasionado a perda de uma comunicação de qualidade e o enfraquecimento das relações familiares. O simples fato de abandonar um hábito como o de sentar-se à mesa e compartilhar a refeição faz com que o indivíduo acabe por se esquecer de valores considerados fundamentais na vida familiar. O assentar-se à mesa com a família nos nossos dias é algo que tem sido abolido ou tratado com uma prática de menor importância, mas essa prática tem uma força fundamental nas relações familiares.
A refeição em família é uma oportunidade excelente para a convivência e aprendizado entre pais e filhos e poderá gozar de momentos ricos, onde compartilharão, não somente do alimento, mas de boas conversas, comunhão e momentos inesquecíveis, que trarão o amadurecimento a todos e serão lembrados por toda a vida.
Esse momento a mesa é santo, é de compartilhar e comprometer-se. Enquanto comemos nós conversamos, contamos nossos problemas e expectativas, esse momento diante da mesa potencializa a comunicação entre os membros da família, pois é quando todos têm a oportunidade de se posicionar face a face e conversar por 30 minutos a 1 hora. Esse bate-papo aumenta os laços afetivos entre os familiares e pode ser um momento importante de renovação para pais e filhos, é onde esse momento de convivência influencia a formação do caráter e da personalidade das crianças, que desenvolverão equilibradas e seguras.
Seguindo os princípios bíblicos, reconhecemos o poder da celebração ao redor da mesa para as famílias e para a Igreja que também é uma família. Para os judeus assentar-se à mesa era algo muito pessoal, significava intimidade, fortes laços e que a pessoa que convidou para a mesa daria acesso ter a vida um do outro. Essa mesa foi instituída por Jesus Cristo e assim disse: fazei isso em memória de mim.
A mesa é o altar da família é o lugar onde se compartilha do mesmo pão e onde se estabelece o sentimento de unidade e afeto e deve ser cultivado, pois pode proporcionar cura interior, restauração, intimidade e regozijo para os seus membros.
As famílias que optam pelo velho hábito de conversar durante as refeições, em vez de assistir à televisão bem como outras tecnologias, obtêm maior harmonia e fluidez em suas relações.
Se quisermos fortalecer os laços familiares e estruturar uma sociedade com personalidade de boa índole, será necessário repensar nossa rotina e priorizar os momentos das refeições.

sábado, 25 de abril de 2015

29- O PAPEL MÃE CRISTÃ


Ser mãe é um serviço duro que não aparece muito, é um serviço de entrega e não há muitas recompensas imediatas. A mãe é a sustentadora da família, pois se a educação e a comunhão dela com Deus vai mau, toda a família vai mau e logo a sociedade também vai mau.
Hoje em dia é importante que a mulher ajude o marido trabalhando fora, porém a principal função dela não é trabalhar fora, função dela é cuidar dos filhos para gerar uma geração santa, uma sociedade e Igreja forte, e assim vai fazer uma grande diferença para a sociedade como um todo. Precisamos ter a clareza, que trabalhar em uma empresa qualquer um pode fazer, mas cuidar e educar os filhos é importante que seja a mãe, para que os filhos não sejam mal influenciados como é muito comum hoje em dia. Embora a função que a mulher exerce na sociedade seja um pouco diferente de seu marido, os valores são iguais.
A mulher virtuosa é descrita em Provérbios 31, tudo o que faz é para que a família seja uma entidade fortíssima e o marido dela seja honrado em todo o lugar. Essa mulher virtuosa deleita- se nisso e isso é a alegria, liberdade e o privilégio dela.
A posição de autoridade de uma mulher em um lar é igual a do marido, é um caso de parceria. A mulher é uma ajudadora, conselheira e consoladora para o marido e em grau de paridade deve reconhecer o marido como cabeça do lar para que afinal eles possam concordar como só um corpo, como a conjunção do casamento o requer.
A mulher virtuosa cuida do seu lar guiando a sua família com amor, em um ensino secular de qualidade e na palavra de Deus, repreensão quando necessário e na peregrinação do Senhor e tendo equilíbrio em tudo o que faz!

 Adaptado do Livro Santos no Mundo por  Anderson de Carvalho Borges

28- CONDUZINDO UMA FAMÍLIA CRISTÃ!


Hoje é notório a degradação da família. Em muitas famílias os valores não são os mesmos que algumas décadas atrás. Nós cristãos entendemos que a família foi criada para glória de Deus e também é o apoio, a alegria e uma realização pessoal dos membros estarem juntas e se fortalecerem na caminhada.
O cristão deve fazer tudo para a Glória de Deus, favorecendo o bem estar das pessoas ao seu redor e a boa ordem (disciplina e organização) da família cristã. Assim a família vai ser a uma base para a glória de Deus e teremos uma sociedade totalmente consagrada ao Senhor.
O cristão deve consagrar em primeiro lugar o seu casamento em santidade ao Senhor por que a família se apoia na qualidade do casamento. O marido e mulher em companheirismo tem a tarefa de estabelecer o reino glorioso de Cristo em sua casa. Nesse contexto as prioridades da família tende ter uma direção espiritual e não material como é comum hoje em nosso meio e essas prioridades determinam o que a família faz e em que ela gasta o seu tempo, porque o que a família faz quando tem tempo livre identifica quem ela é.
A família é a unidade fundamental de uma sociedade santa. Não é na Igreja que as famílias se fortalecem e sim as famílias fortalecem a Igreja e a Igreja é reflexo do que ocorre no seu lar. Tal como seja o seu lar deverá ser a Igreja e a comunidade e do jeito que a Igreja se comporta, assim será a sociedade.
A família é a base de tudo, a família é a base da sociedade. A Igreja só é forte quando as famílias são fortes, a família só é forte quando o casamento é forte, o casamento e a família só são fortes se quando a figura do pai e sua auxiliadora são fortes. Se a sociedade é ruim, se as nossas igrejas são fracas e perdidas é porque nossas famílias e os nossos lares estão em colapso.

Adaptado do livro Santos no Mundo por Anderson de Carvalho Borges