quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

41- AMIGO ÍNTIMO

 

Para termos um amigo íntimo é necessário criar uma amizade, uma aproximação, conversar, confissões, gostar de estar perto etc. Assim como um amigo íntimo, para nos aproximarmos mais de Deus também é necessário ter esta comum união. Para ter intimidade com Deus é necessário nos aproximarmos Dele por meio da oração, leitura e meditação da Palavra de Deus, é necessário ter sede de busca-lo na intimidade, no particular!

Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus.
A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo Salmos 42:1,2.

Então você poderá dizer:  Antes eu te conhecia só por ouvir falar, mas agora eu te vejo face a face. Jó 42:5. 

Anderson de Carvalho Borges.



40- A vida do cristão NÃO é dividida em partes

 

 

A vida do cristão NÃO é dividida em partes como vida no trabalho, vida na igreja, vida em casa, vida espiritual, vida com os amigos, vida com o namorado(a), vida na escola/faculdade e etc. A vida do cristão é uma só, como se fosse um único bloco e toda ela é para glorificar a Deus como um constante culto. Como a Palavra de Deus ensina, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. 1 Coríntios 10:31.

Anderson de Carvalho Borges.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

39- AS PRICIPAIS DIFERENÇAS ENTRE CONSERVADORISMO E LIBERALISMO

             A forma de pensar conservadora tem como priori manter na sociedade o que vem dando certo de geração a geração com mudanças cautelosas e experimentadas, enquanto o liberalismo apoia ideias filosóficas relativamente recentes que não sebe se dará certo na sociedade.

O conservadorismo é a favor ao casamento entre héteros (homem e mulher) e a formação da uma família histórica, e essa família torna do indivíduo mas bem estruturado, seguro diante das adversidades sociais e portanto feliz. O liberalismo não incentiva o casamento para formação de uma família histórica conservadora, mas entende que a liberdade do não casamente e as trocas de parceiros sexuais com frequência torna a sociedade mais livre e feliz, porém por estarmos vivendo atualmente um processo de substituições ideológicas e culturais na sociedade, o liberalismo por enquanto incentiva somente o casamento gay.

Para o conservadorismo o pai é o provedor da família e, portanto, é ele quem sustenta a casa e educa os filhos juntamente com a sua esposa. Para o liberalismo os filhos não conhecem os pais, ou o pai e talvez só conheça a mãe (dependendo do estágio de sua implementação) e o Estado (o governo) é o provedor de sustento, dar direitos e educa os mesmos, já os pais tem pouca ou preferencialmente nenhuma autonomia na educação dos filhos.

Para o conservadorismo a verdade é absoluta, ou seja, sim, sim e não, não, a verdade é o oposto da mentira, o correto e o oposto do incorreto. A verdade é propriedade de estar conforme os fatos ou a realidade. Para o liberalismo a verdade é relativa, ou seja, o que é verdade para mim pode não ser verdade para você, as regras é o que interessa momentaneamente, sendo assim elementos como a moral, ética, honestidade, integridade e etc. flutuam errantemente é como um barco a deriva.

O pilar do conservadorismo é Deus, pátria e família, ou seja, os valores judaicos- cristãos. A pilastra central do liberalismo é o Estado messiânico, é o Estado como único deus. O liberalismo na sua essência subjuga qualquer tipo de religião ou crença que não seja ele próprio, ou que se não render-se à sua obediência, às ordens ou à sua vontade.

Anderson de Carvalho Borges

sexta-feira, 30 de junho de 2017

38 O DIVISOR DE ÁGUAS ENTRE O CRISTIANISMO E O COMUNISMO

É comum ouvir que “o iniciador das ideias comunistas foi Jesus e não Karl Marx, e que Marx só organizou as ideias comunistas e as escreveu e publicou”. Quando eu escuto ou leio tal afirmação eu penso na passagem bíblica de Jesus e o Jovem Rico descritas em Mateus 19:16-30, Marcos 10:17-31 e Lucas 18:18-30.
Repare que nessa passagem bíblica supracitadas, Jesus sugere que o jovem rico vendesse tudo que possuía de bens e distribuísse aos pobres. E nesse ponto que que muitas pessoas confundem e entende que Jesus estava compartilhando uma ideia comunista.
O grande divisor de águas entre as ideias de distribuição de bens que Jesus afirmou em relação ao comunismo é que Jesus sugere a distribuição VOLUNTÁRIA das riquezas enquanto no comunismo a divisão de bens é OBRIGATÓRIA. No comunismo o governo tira a força os bens de quem tem mais riquezas para dar aos pobres. Muitas das vezes essa distribuição que o governo faz é injusta devido aqueles bens terem sido adquiridos com honestidade, muito suor e anos de trabalho árduo.
Um outra questão importante é que Jesus estavam querendo que o jovem rico provasse a EXPERIÊNCIA DE DAR pois essa experiência faz o homem se sentir em paz com Deus e com o próximo e além de alegrar o  coração. A experiência voluntaria de dar é muito rica, nos faz crescer com ser humano, nos torna mais humanizado e mais amoroso.
No comunismo a experiência de dar é vetada, pois o governo é quem distribui as rendas e riquezas igualmente a todos, logo ninguém precisa fazer o exercício pessoal de dar, só quem tem esse privilégio é o governo.
Em nenhum momento das passagens bíblicas Jesus faz apologia ao comunismo, pelo contrário Jesus sugere que o jovem rico voluntariamente tivesse a rica experiência pessoal de distribuir aos pobres.
Anderson de Carvalho Borges



sábado, 24 de dezembro de 2016

37- A PERSEGUIÇÃO DA IGREJA HOJE

As perseguições aos cristãos sempre foram muito violentas, eram verdadeiras carnificinas com apedrejamentos, crucificações, mortes a fio da espada, muitos cristão foram martirizados e dados aos leões na arena do Coliseu entre outras situações. Cristãos foram perseguidos em todo o mundo por diversas autoridades como exemplo: Nero (54 a 68 d. C.); Tertuliano (160-225 d.C.) e Maria I conhecida como Maria sanguinária (1553 a 1558 d.C.).
O fato é que quanto mais a Igreja de Cristo era perseguida mais fiel se tornava, crescia e se espalhava pela face da Terra ( Atos 13) e por essa razão e que provavelmente o inimigo mudou de estratégia.
A partir do século IV houve uma completa inversão, de clandestina e perseguida a Igreja passou a ser oficial e tornou-se dominadora e os perseguidores passou a adentrar as fileiras da igreja em busca de benefícios. Embora o número de cristãos aumentou astronomicamente a pureza da igreja quase desapareceu. Só com a reforma no século 16 houve o retorno da pureza em parte da igreja.
Hoje no século XXI a perseguição veio de forma despercebida a primeira é a falsa sensação de que a igreja não é mais perseguida e a segunda é a mudança despercebida de nossa forma de pensar.
A sensação de que a igreja não é mais perseguida vem desenvolvendo em muitos membros de nossas igrejas um estado de comodismo o que provoca a pouca busca pela Palavra de Deus e da Oração. Nesse estado a igreja passou a evangelizar menos, contribuir menos, não abrir mais igrejas filiais e muito menos enviar missionários. Nossos conhecimentos sobre a Bíblia e nossa intimidade com Deus tornou-se superficiais.
A mudança despercebida de nossa forma de pensar vem ocorrendo pelo assédio constante de informações e ideologias sociais sedutoras porém anticristã e nós recebemos a todo o instante veiculada pelas mídias de massa como internet, TV, rádios, peças teatrais, cinema, revistas, jornais e livros, além de comumente estar em todos os seguimentos de ensino. É um verdadeiro assédios cultural com objetivo de mudar o senso comum, ou seja, despercebidamente a nossa forma de pensar.
Esses ataques culturais tem o objetivo da diluição do entendimento do evangelho, fazendo com que verdades absolutas se tornem relativas e que argumentos sociais estejam acima de verdades bíblicas.
Precisamos mais que nunca sermos santos (separado do mundo) e estarmos ancorados na Palavra de Deus para não sermos arrastados pela persuasão das ideologias que regem esse tempo presente. Precisamos lembrar que a igreja primitiva viveu todos os seus dias na ilegalidade e na pobreza e foi mais pura e poderosa do que nunca.
Anderson de Carvalho Borges


domingo, 11 de dezembro de 2016

36- COMO ERAM E COMO VIVIAM OS PURITANOS (História da igreja)


Os Puritanos foram diversos grupos de cristãos fervorosos em buscar ao Senhor nosso Deus através do ensino das Escrituras Sagradas e orações. Eles viveram na Inglaterra por volta dos anos de 1550 a 1700. Foi um período de avivamento que a igreja cristã vivenciou e não somente um grupo de cristãos isolados ou uma denominações mas foi uma época da História da Igreja.
O nome “os Puritano” surgiu com o descontentamento que o povo tinha dos cristãos protestantes fervorosos. Essa palavra puritanos teve origem uma ideia vexatória e ofensiva como uma censura que a população em geral os apelidaram como se hoje em dia tivessem dizendo os purinho, santinhos ou os santarrões.
Para os Puritanos apreciação pela majestade de Deus era profunda e viam a vida através da soberania de Deus em todas as áreas de suas vidas. Suas vidas eram um todo, eles não separavam vida pessoal com vida social, o culto com o trabalho e amor a Deus com amor ao próximo e a si mesmo.
Sempre agiam de uma forma totalmente consciente e pensada. Eles tinham uma inabalável convicção na providência de Deus que os faziam agir diante de qualquer dificuldades com esperança inquebrável, buscando de forma feliz ser um sacrifício em obediência ao Senhor e eles se esforçavam para tornar a sua família uma Igreja.
Os Puritanos eram convictos que as Escrituras é a regra inalterada da santidade de Deus, e sua reverência no manuseio da Palavra escrita de Deus era notória e constante. Eles foram cristãos de ação e de muito trabalho para Deus. O propósito constante deles era santidade ao Senhor e odiavam o pecado e amavam a justiça.
Diversos escritores Puritanos deixaram muitos livros para nos exemplificar de como viver uma vida cristã neste mundo. Eles são para nós como professores que brilham diante de nós como uma espécie de farol, nos ensinando a ter profundidade com Deus de maneira mais eficaz se comparado com a maioria dos cristão de quase todas as épocas.
Nós cristãos do século XXI temos muito a aprender com os Puritanos, seus vários livros, suas Histórias de vida e sua fidelidade a Deus são de grande apoio para o crescimento da nossa vida cristã. Que hoje sejamos imitadores dos Puritanos assim como eles foram homens e mulheres piedosos e imitadores de Cristo (Coríntios 11:1).
Texto compilado e adaptado do livro Entre os gigantes de Deus de J. I. Packer

Por Anderson de Carvalho Borges





sábado, 4 de junho de 2016

35- A DESCONSTRUÇÃO DA FAMÍLIA E O FEMINISMO

Estamos vivenciando um momento de desconstrução social e para desconstruir a sociedade é necessário desconstruir a família. Para desconstruir a família é necessário construir novos conceitos sociais no pensamento da mulher, pois é ela que é que educa o seu filho e que contribuí muito para a formação da personalidade e do caráter das crianças. Então para desconstruir uma sociedade é necessário atingir em especial a mulher.
Para a destruição da família, uma simples e ardilosa estratégia tem sido empregada é pôr a mulher contra o homem e o homem contra a mulher. Assim, com essa estratégia é fácil ver a família ruir. Uma forma de pôr a mulher contra o homem é massificar constantemente, seduzir de várias formas com informações nos rádios, televisão, revistas, internet e etc... que o homem é opressor da mulher.
Obviamente existem casos que o individuo agride a mulher e realmente nesses casos o indivíduo é um opressor, porém alguns mal intencionados politicamente utilizam de fatos verdadeiros de opressão de agressão à mulher para fazer uma generalização. É incorreto generalizar e insinuar que todo homem é um opressor da mulher como é feito todo o tempo.
Existem homens que são bons maridos, bons pais, dedicados ao lar em especial o VERDADEIRO homem cristão que tem como princípio que o marido deve amar a sua mulher como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo deu a sua vida por ela (Efésios 5: 25). Em nenhuma ocasião é divulgado com tanta veemência e constância a família feliz em que o marido ama a sua esposa e seus filhos. Esse tipo de divulgação não está em evidência, pois seria uma construção social com um padrão de marido, pai e família a ser seguido.
É impressionante que a informação de que o homem é um opressor é tão bem contada, tão massificada em nossas mentes que passa a ser uma “verdade” para o nosso inconsciente. A informação de que o homem é um opressor sempre vem de forma persuasiva e com lindos argumentos sociais, porém não tem base bíblica e é impressionante como esse tipo de pensamento se propaga de tal forma e com uma rapidez e atinge até o meio cristão.
Nessa pressão social do feminismo o homem passa a ter uma péssima reputação social de opressor de tal forma, que em alguns casos algumas mulheres passam a negar o casamento ou não querem mais namorar, casar e formar uma família e em outros casos algumas mulheres não querem construir uma família com um homem “opressor”e sim com uma parceira “não opressora, ou seja, com uma outra mulher.
Hoje nós como Igreja de Cristo, separada, santa, devemos estar vigilantes, em oração, firmes na Palavra de Deus e temos de ter cautela com a desconstrução social que nos tem assediado e sobrevindo de variadas formas com bons e belos rostos. Tenhamos cautela para não colocarmos as verdades bíblicas abaixo dos apelos sociais e interesses políticos.
Anderson de Carvalho Borges