quinta-feira, 4 de novembro de 2010

26- O “evangelho do medo” não é o Evangelho de Cristo

Infelizmente muitos cristãos têm vivido o “evangelho do medo” e crido em “batalhas espirituais” relatadas por livros ditos cristãos.
Ao crer nestas “batalhas espirituais” o cristão passa a viver um “evangelho estranho”, pois passam a ter medo de pecar, medo de esquecer de orar, medo de faltar os cultos, medo de não ler a Bíblia, medo de perder a salvação, medo de não dizimar "pois pensa que o devorador vai arruinar a sua vida financeira" e etc... Esse pensamento é muito favorável para os lideres mal intencionados, pois mantém seus seguidores em rédeas curtas. Mas não é o evangelho de Cristo que eu conheço!

Lembre-se somos salvos para servir a Deus e não servimos a Ele para ser salvo! Não devemos ter medo e servir e sim alegria para servir!
muitos Cristãos estão vivendo um falso evangelho, pois perdem o seu foco em relação à soberania de Deus e passam a crer em “batalhas espirituais” que só lhe trazem mau estar e medo. Prezados irmão em Cristo, creia que Deus está no controle de tudo. Lembre-se “que o cabelo de nossa cabeça Deus conhece o seu númenro”. Lembre-se que somos a menina dos “olhos” de Deus e nosso nome está na palma de Suas mãos.
Prezados irmãos em Cristo, viva o evangelho genuíno de Cristo e não se prendem em livros de “divinas revelações ou batalhas espirituais”. Creia na soberania de Deus no seu cuidado revelado na Bíblia sagrada como relatado nos Salmos 139.
Lembre-se que para Jô ser tocado pelo inimigo teve de passar pela permissão de Deus. Assim é com a nossa vida também, tudo para ocorrer, seja bom ou mal tende passar pela permissão de Deus. Pois Ele é o alfa e o ômega o princípio e o fim. E tudo estás em Suas mãos. E quem entende seus planos? Seus pensamentos não são nossos pensamentos e nem seus planos nossos planos.
Graça e paz e amem.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

25- Graça e Paz

Cumprimentamos a "GRAÇA" porque tudo que Deus nos dá é de graça é um "DOM" um favor imerecido (Ef. 2:8) e a "PAZ" porque a Paz de Cristo é única e verdadeira e é acima das circunstâncias.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

24- BATALHA ESPIRITUAL

Algumas pessoas contam que “quando o crente ora os anjos vencem a batalha espiritual a seu favor e quando o crente desanima da oração os anjos de Deus perdem a batalha espiritual”. Não consigo imaginar os anjos de Deus perdendo batalhas, anjos feridos e Deus sem o controle da situação. Ora os anjos perderem a batalha significa Deus perder batalhas e isso é inadmissível, pois afronta a Glória e soberania de Deus. Essas estórias sobre batalha espiritual são baboseiras que não tem cabimento nos contextos bíblicos e no nosso meio Cristão. Temos base bíblica suficiente para afirmar com toda a certeza que estas estórias são mentiras e infelizmente enganam muitos Cristãos do século XXI.
A Bíblia é clara e de Gênesis a apocalipse e nos revela um Deus que reina soberanamente com os seus anjos, Ela nos fala de um Deus Todo Poderoso Criador de tudo e de todos, um Deus que é infinitamente soberano sobre qualquer potestade e principado do mal e não somente um Deus poderoso. A idéia de batalha espiritual é o mesmo de exaltar o diabo e menosprezar a soberania de Deus e normalmente essas idéias de batalha espiritual são contadas por “crentes” que foram espíritas e infelizmente ainda estão presos nestes contextos destas religiões.
Nós como cristãos, não podemos abrir mão de crer na Soberania de Deus e crer que tudo está em Seu controle, fico muito triste quando eu vejo irmão na fé falando de batalha espiritual como se Deus não estivesse no controle de tudo, falando de batalha espiritual como se Deus não fosse soberano, falando de batalha espiritual como se Deus os anjos pudessem perder batalhas! Isso é inadmissível para quem crer em um Deus que tem a sua glória suprema!
Precisamos crer sempre em um Deus que esquadrinha nossos passos e pensamentos, conhece o nosso deitar e levantar como diz os salmos 139, um Deus que está com os nossos nomes na palma de sua mão e nos salvou em particular e isso antes de nos estarmos no ventre de nossas mães ou termos vestígio de merecimento algum!
Quando sobrevém algum mal sobre as nossas vidas, mesmo assim Deus está no controle de tudo, certamente foi permissão Dele porque nada ocorre sem a Sua permissão. Mesmo nos episódios “ruins” de nossas vidas, por mais duro que sejam podem nos fazer crescer na caminhada da fé bem como ainda sim glorificar a Deus de algum modo. Avaliemos a história de Jó, o mal sobreveio em sua vida e Deus sempre esteve no controle e assim também com Moisés, Abraão, Apostolo Paulo e todos os servos de Deus.
O interessante que a Bíblia nos adverte para mal fugirmos dos mal, ou seja, quando vermos alguma tentação ou um caminho mal para nós desviarmos e não enfrentar, mas quanto ao Diabo a Bíblia nós fala para “resisti o Diabo e ele fugirá de vós”, repito ele fugirá, em outras palavras estejam firmes na fé que o Diabo fugirá de vós. Amados irmão não temos que nos aprisionar nestas falsas idéias de batalha espiritual, lembre-se a nossa dívida já foi paga e paga pelo alto preço.
Como Cristãos não podemos admitir estórias e pensamentos proveniente de outras religiões infiltrarem em nossas igrejas, e muitas vezes aparecem de maneiras disfarçadas, como um livro ou vídeos “dito evangélico”. Não podemos abrir mão de crer em um Deus todo poderoso que está no controle de tudo e todos como relata a Bíblia. Crer em batalha espiritual é o mesmo que menosprezar a gloria de Deus e o cuidado Dele sobre as nossas vidas.
Caso queira uma estória leia “Pegadas na areia” ele retrata o mais próximo das verdades Bíblicas!

domingo, 6 de setembro de 2009

23- PORQUE CREMOS E TEMOS FÉ EM DEUS?

Será que Crer e ter fé são coisas geradas no coração do Homem pelo seu próprio querer e força? Será que cremos pelo simples fato de termos fé? Certamente a Bíblia nos explica estas questões tão simples e intrigantes.
A Bíblia nos ensina que nós cremos porque o Espírito Santo nos convenceu do pecado (porque Ele nos mostrou que somos pecadores), da justiça (porque Ele nos mostrou nos mostrou a justiça de Deus) e do juízo (porque Ele nos mostrou que Deus fará o seu juízo) como está escrito em João 8:46 e 16:8.
Temos fé por quê? Por que Deus nos dá fé, porque fé é um dom de Deus (Efésios 2:8). Logo podemos entender que todo aquele que Deus lhe dá o dom da fé salvívica (fé para a salvação), e o Espírito Santo o convence do pecado, da justiça e do juízo esse tem a capacidade de Crer em Deus. É importante frisar que a Bíblia diz que o Espírito Santo convence o Homem e não o tenta convencer!
Logo podemos entender que Crer e ter fé, não são coisas geradas no coração do Homem pela suas próprias forças ou querer, ou seja, a Bíblia nos explica que não depende da ação humana, mas sim da ação de Deus e do seu favor imerecido para com o Homem. Deus concede ao Homem o Dom da fé e com esta fé podemos crer em Deus. A fé dada por Deus retornará para o próprio Deus em forma de credulidade (adoração) do Homem.
Na visão humana, ilusoriamente nos dá a falsa sensação que nós cremos porque queremos crer ou optamos em crer. Precisamos entender se queremos crer é porque primeiro recebemos o dom da fé e fomos convencidos pelo Espírito Santo e Ele nos ensinou a Palavra de Deus; mostrou a importância da morte e ressurreição de Cristo; mostrou a nossa condição pecaminosa e o grandioso amor de Deus.
A paz do Senhor

terça-feira, 18 de agosto de 2009

22- ATÉ QUE PONTO O PECADO NOS SEPARA DE DEUS?

Depois da desobediência do homem no Jardim do Edem (Gn 3:1-7) a natureza humana foi afetada pelo pecado (Gen 6:5; Gen 8: 21; Jr 17:9; Mc. 7: 21-23; Jo 319 e Ef 5:8), o homem tornou-se separado de Deus (Ef. 2:12 e Ef 4:17-19), inimigo de Deus (Ro 8: 7-8) incapaz de por si mesmo compreender ou crer na Palavra de Deus (ICo 2:14).
O pecado afetou a totalidade das faculdades humanas, como sua mente, sua vontade (Ef 4:17-19 e Tt 1:15) sua natureza se tornou em trevas, ou seja, corrupta, perversa e totalmente pecaminosa (Ef 5:8). Desse modo, o pecado de Adão lançou a si mesmo e a toda a raça humana na ruína espiritual, ao ponto de quando julgadas pelos padrões divinos o homem sem Deus é incapaz de fazer o bem (Rom 3:9-18).
O homem natural  tornou-se escravizado pelo pecado (Jo 8:34; Rm 6:20; 2Tim 2: 25; Tt 3:3; Rom 3:9-18; Jo 8:34 e Rom. 6: 20), morto (Col 2:13 e Ef 2:1 e 5), cego (II Co 4:4) depravados espirituamente ou seja separado para as coisas de Deus. O seu coração tornou-se enganoso (Jer. 17: 9), corrupto e rebelde para com Deus (Rom 3:9-18), a Bíblia registra e afirma em Jo 8:44 e IJo 3:10 que nos tornamos filho de Satanás. O pecador tornou-se tão espiritualmente falido que ele nada pode fazer com respeito à sua aproximação com Deus (Jer. 13:23; Mt 7:18; Jo 6: 37,44,65; Rom 11: 35 e II Co3: 5).
A vontade do homem não é mais livre como era vontade de Adão antes da queda, em vez disso, a vontade do homem , como resultado da depravação herdada, está escravizada à sua natureza pecaminosa (Jo 8:34; Rm 6:20; 2Tim 2: 25; Tt 3:3; Rom 3:9-18; Jo 8:34 e Rom. 6: 20). O Homem perdeu para si a habilidade de fazer escolhas certas no campo espiritual e por esta razão não pode jamais escolher o bem em assuntos espirituais.
Devido o homem estar na condição de total depravação, ou seja, incapaz de se aproximar de Deus, fica claro que somos totalmente dependentes de Deus inclusive e especialmente para a salvação, nossas obras ou fé de nada adiantam, elas são como trapos de imundices (Is. 64:6). Dependemos integralmente da providência e do favor imerecido de Deus para termos uma direção focada em Deus.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

21- A DOUTRINA ESQUECIDA

A Igreja foi fundada por Jesus Cristo e Ele ensinou as suas doutrinas para os seus discípulos como, por exemplo: Pedro, Tiago, João e o Apostolo Paulo, esta mesma doutrina foi ensinada para os discípulos subseqüentes como, por exemplo: Agostinho de Hipona (354 a 430), Martinho Lutero (1483 - 1546), João Calvino (1509 - 1564) e Charles Spurgeon (1834 - 1892), através das mãos destes servos a doutrina da Igreja de Cristo chegou até nós.
Foram aproximadamente dois mil anos de Cristo até aqui e muitas lutas que estes discípulos tiveram para manter a sã doutrina da Igreja de Cristo longe das heresias que surgiam. As Heresias que surgiam persuadiam a muitos com palavras bonitas e emocionantes e muitos por falta de conhecimento dos ensinamentos de Cristo confundiam estas heresias com a verdadeira doutrina de Cristo.
As Cartas Paulinas como: I e II Coríntios, Romanos e Efésios foram escritas exatamente para corrigir os desvios doutrinários e combater as heresias que surgiam nas Igrejas da época e com a mesma finalidade foram escritos os livros de Mateus, Marcos, Lucas e João. Depois da geração dos discípulos de Cristo e do Apostolo Paulo muitos outros servos de Deus continuavam a combater as heresias que surgiam até mesmo dentro das Igrejas, estes discípulos formavam concílios para discutirem as doutrinas Bíblicas e formarem uma confissão de fé como, por exemplo: o Concílio de Jerusalém na data de 51 D.C. e o Concílio de Nicéia na data de 325 D.C..
Com o mesmo objetivo de manter a sã Doutrina da Igreja de Cristo longe das heresias foi que Martinho Lutero iniciou a Reforma da Igreja e Calvino escreveu as Institutas que é uma valiosa obra Teológica Doutrinária em termos de conhecimento para a Igreja de Cristo até hoje.
Depois de Calvino surgiu um teólogo chamado Jacó Arminio (1560 - 1609) que embora tenha estudado em uma Escola Calvinista, seguiu os escritos desenvolvidos por Pelágio da Bretanha (350 - 423) aflorando uma nova heresia dentro da Igreja de Cristo que foi chamada de Doutrina Arminista. Isto tudo ocorreu mesmo depois das doutrinas desenvolvidas por Pelágio ter sido combatidas por Agostinho de maneira veemente.
Jacó Arminio formulou cinco pontos que combatiam a doutrina ensinada por Calvino, doutrina esta que historicamente havia sido ensinada por várias gerações de discípulos de Cristo. Os cinco pontos doutrinários desenvolvidos por Arminio foram levados a Igreja de Cristo da época que se reuniu em concílio chamado o Sínodo de Dort (1618/19) na Holanda, onde foi apresentada a doutrina Arminista e discutida por 154 dias e por unanimidade a doutrina Arminista foi classificada novamente como heresia. Então a Igreja de Cristo teve a necessidade de desenvolver os cinco pontos do Calvinismo para combater os cinco pontos do Arminismo e por isso nós cristão ficamos conhecidos como Calvinistas.
Mesmo os cinco pontos da doutrina Arminista sendo classificados como heresias convenciam a muitos e esta doutrina não parou de crescer e infelizmente nos últimos cem anos vem crescendo no Brasil de maneira assustadora a ponto da Sã Doutrina da Igreja de Cristo se tornar esquecida.
A doutrina Arminista culminou no Brasil e se propagou pela maioria das Igrejas Cristãs, ensinando doutrinas emocionalistas convencendo mais e mais adeptos. Doutrina esta que para quem tem pouco conhecimento Bíblico confunde com a Sã Doutrina da Igreja de Cristo, mas na verdade são heresias que impregnaram nas Igrejas Cristãs do século XXI e por incrível que pareça hoje estas falsas doutrinas são ensinadas em seminários e Escolas bíblicas.
Nós como verdadeiros servos de Deus precisamos conhecer mais sobre os ensinamentos doutrinários Bíblicos, a história da Igreja e as heresias que surgiram ao longo do tempo também sobre as falhas da doutrina Arminista para combatê-las.
Precisamos ser servos de Deus inspirados pelo Espírito Santo e não inspirados por emoções passageiras, estudar as escrituras sagradas com dedicação para sabermos separar o que é heresia e o que é Sã Doutrina da Igreja de Cristo. É necessário restaurarmos a Doutrina que está hoje esquecida, doutrina esta que foi transmitida por Cristo e seus subseqüentes discípulos.
Graça e Paz de Cristo!

terça-feira, 2 de junho de 2009

20- À sua Igreja Ele garantiu a salvação


Ao ler o versículo de João 1: 11 que está escrito: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, algumas pessoas podem ter um entendimento errado deste versículo, podem achar que Jesus Cristo foi enviado com um propósito que era salvar o seu povo ,no caso os Judeus, e o seu povo não o recebeu, então diante dessa situação Deus mudou seus planos e salvou um outro povo no caso os gentios.
Na luz de toda a Bíblia avalie bem esse entendimento acima, é bastante estranho e equivocado, pois sabemos que Deus é o alfa e o ômega, o princípio e o fim (Ap. 1:8), Deus é onisciente, onipresente, e onipotente.
Entendemos também que nenhum dos Seus planos podem ser modificados ou frustrados (Jó 42:2), entendemos também por bases bíblicas que Deus tem planos e propósitos, pois é um Deus organizado. Deus planejou tudo antes da fundação do mundo, até o Cordeiro (Jesus Cristo) já havia sido imolado antes ou na fundação do mundo, ou seja, antes do homem pecar Cristo já havia garantido o seu sacrifício e com isso a salvação (Ap 13:8). Esse é o Deus soberano que cremos um Deus planejador e que não se frustra.
Conhecendo este Deus todo poderoso e planejador, jamais poderíamos ter o entendimento de que Jesus Cristo veio para cumprir um plano que ele sabia que não daria certo. O entendimento correto de João 1: 11 é que Deus já havia um plano para salvar a Sua Igreja e não os Judeus e se Deus escolheu fazer desta forma e quem somos nós para questionar? (Romanos 9:20). Na verdade já estava nos planos soberano de Deus que o povo Judeu rejeitasse a Cristo, pois o propósito de Deus era realmente salvar e garantir a salvação da sua Igreja, a noiva de Cristo.
Seria subestimar a soberania Deus, nós entendermos que Deus veio realizar um propósito que era salvar o povo Judeu e na última hora teve de mudar os Seus planos e salvar aos gentios mesmo! Esse entendimento fere a soberania e a Glória de Deus dando a idéia de que Deus não sabia que o povo Judeu não iria aceita-lo, dando uma idéia que Deus foi surpreendido quando povo Judeu não o aceitou, dando uma idéia de um Deus que remedia situações e não um Deus planejador e soberano como cremos e conhecemos.
O correto é entendermos que Deus tem os seus planos e propósitos e estes jamais podem ser frustrados ou mudados, pois Deus é todo poderoso não é o homem para falhar, então podemos crer que Deus Planejou e enviou a Jesus Cristo para salvar a sua Igreja e a esta garantiu a salvação.